O que mais foi admirado no Festival de Matemática, ocorrido
no Colégio Universitário Geraldo Reis,
foi a união entre as escolas para apreciar diversos pontos de se observar
a matemática, e como ela é muito presente em nosso dia a dia.
Apesar de os alunos do Geraldo Reis esperarem um público
mais jovem, crianças de escolas vizinhas convidadas tomaram conta do nosso
colégio. Contudo, não foi um problema
que não se pudesse resolver. Como os apresentadores já tinham a matéria enraizada e na ponta da
língua, foi possível adaptar-se a maneira de explicar aos pequenos, que tinham sede por conhecimento.
Após estudar tanto a teoria
de Darwin, foi possível aplicá-la
na contemporaneidade. Alguns alunos ainda questionam por o evento ter sido de
última hora e com poucas informações sobre o público e sobre como o festival
iria ocorrer.
Os alunos do COLUNI se organizaram em salas. Em cada sala, falava-se
um pouco da matemática relacionando-a a
um tema. Alguns temas geraram polêmica, como o do segundo ano do Ensino Médio,
afinal não é nada fácil achar Matemática. Como? De que forma acharemos a
matemática no tema aranhas? Os nossos alunos conseguiram quebrar mais essa
barreira e apresentar lindos trabalhos. O estresse precipitado não foi
necessário, pois a maioria do público era de crianças do terceiro e quarto anos que não conseguiriam
entender sobre geometria fractal na teia
das aranhas e outros temas complexos.
Fora isso, o evento foi lindo. O que não faltava era energia
e sede de conhecimento. O encontro entre diferentes colégios fez com que o
evento se tornasse sensacional. E todos ficaram com um gostinho de mais um belo
Festival da Matemática. Ensinar o que nos foi ensinado, ensinar o que aprendemos,
aprender enquanto ensinamos e, assim, o conhecimento vai se perpetuando.