Texto escrito por Max Emiliano, repórter bolsista do
COLUNist@.
25 de maio de 2017 foi o dia em um pavilhão de talentos
surgiu no Colégio Universitário Geraldo Reis.
Um evento que moveu grande parte da escola, deixando uma
marca imensurável em muitos corações. Uns disseram que não foi isso, outros
disseram que não foi aquilo, mas quem realmente estava conectado àquela arte
pôde sentir a vibração dos meninos e meninas que produziram o evento e dos
telespectadores. Uma emoção nada pusilânime nem fingida, mas sim nutrida de
conhecimento e arte corporal.
Cada turma ficou responsável por representar cenas teatrais
e demonstrar seu empenho coletivo, transmitindo o que estava no roteiro para o
público presente, o demonstrou novas formas de conhecimento e de cultura.
Há relatos de que alguns alunos ficaram preocupados que
tanto esforço e dedicação ao evento pudessem prejudicar seu empenho em
avaliações mais formais. Entretanto, o que se viu foi a demonstração de que
conhecimento e produção também são encontrados fora de sala de aula.
Muitos alunos destacaram-se atuando, produzindo roteiros,
ajudando na (des)montagem dos cenários. Um dos destaques foi a brilhante
atuação do aluno Lucas Vilas Boas. Todo o público ficou surpreso que um aluno
tão quieto e tímido pudesse arcar com um papel tão complexo e representá-lo com
tanta naturalidade e firmeza. A sensação era de que as pessoas saíam do
Auditório Florestan (UFF /Gragoatá) com vontade de também realizarem feito tão
grandioso.
De fato, o Festival de Teatro do COLUNI (FESTUNI), organizado pelo professor Caio, de Artes, pôde ajudar a muitos jovens a se descobrirem e a encontrarem novas motivações, tornando esse talento, inclusive, uma profissão. Hoje, o COLUNI espera o FESTUNI como os brasileiros esperam uma Copa do Mundo: os países são as turmas; a bola, a arte.
Fotos: Thamara de Castro.










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