quinta-feira, 11 de maio de 2017

CONVITE FESTUNI

I FESTUNI
1º Festival de Teatro do Colégio Universitário da UFF.

Local: Universidade Federal Fluminense - Rua Alexandre Moura, Bloco F, 8 – Faculdade de Economia - São Domingos, Niterói – RJ.
25/05/2017 (quinta-feira)
Abertura: 19:00.
Entrada Franca.

Apresentações:

- Cena Personagem. (Arte e Trabalho)
- Cena A Terapia. (1001)
- Cena Naquela Época. (2001)
- Cena O Lixo. (2001)
- Cena Romeu e Julieta: uma história fluminense. (3001)
- Apresentação teatral (301) – Prof. Poliane.
- Apresentação do coral (Fundamental II) – Prof. Gabriela.
- Fotografias de alunos do Fundamental II.


DICAS DE ENTRETENIMENTO

DICA DE ENTRETENIMENTO
LEITURA
O teatro surgiu na Grécia antiga, por meio de festas anuais dadas em consagração ao deus Dionísio, o deus do vinho e da alegria. O teatro deu origem a diversos gêneros textuais ao longo do tempo, entre eles o auto, geralmente apresentado no pátio ou no interior das igrejas, e em praças, por causa das festividades religiosas.
            O auto é uma peça curta, geralmente de conteúdo religioso ou profano, tendo como maior característica seus personagens representarem entidades abstratas, como a hipocrisia, compaixão, inveja, avareza, entre outros. 
            Abaixo, citamos alguns autores e suas respectivas obras.
- Joaquim Cardoso nasceu em 26 de agosto de 1897, em Recife, e faleceu em 4 de novembro de 1978, em Olinda, Pernambuco. Joaquim, além de ter sido poeta, foi também engenheiro, fazendo parceria com Oscar Niemeyer. Publicou o seu primeiro poema em 1947. Sua primeira peça, O Coronel de Macambira, foi lançada em 1963.



- Ariano Suassuna nasceu em 16 de junho de 1927, em João Pessoa, Paraíba, e faleceu em 23 de julho de 2014, em Recife, Pernambuco. Ariano escreveu vários autos que são muito conhecidos hoje em dia: Uma mulher vestida de sol, Auto da Compadecida, O Santo e a Porca, A Pena e a Lei. Também escreveu outros livros como: A farsa da Boa Preguiça, que é um cordel, O Romance d´A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta, que são romances.




- Gil Vicente nasceu em 1465 em Guimarães, Portugal, e faleceu em 1537, em Évora, Portugal. É conhecido pelo seu auto chamado Auto da Barca do Inferno, lançado pela primeira vez em 1531. Posteriormente, lançam-se a segunda e a terceira partes da trilogia: Auto da Barca do Purgatório e  Auto da Barca da Glória.




                Seguem alguns links onde podemos encontrar algumas obras completas desses autores.


ABUSO SEXUAL- Por Max Paraíso

O texto Gramas no meu quintal relata uma relação abusiva de um pai contra sua filha.  O tema exposto é pouco discutido e considerado tabu em nossa sociedade, porém se faz muito presente.
            Pesquisa realizada no Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo revela que quatro entre dez crianças vítimas de abuso sexual foram agredidas pelos próprios pais e três pelos padrastos. O tio é o terceiro agressor mais comum (15%), seguido de vizinhos (9%) e primos (6%). Pessoas desconhecidas representam apenas 3% dos casos. Em 88% das violências sexuais infantis praticadas, o agressor faz parte do círculo de convivência da criança. A maioria dos casos ocorre com meninas (63,4%) com menos de dez anos de idade.
            Foram analisados 205 casos de abusos com crianças e adolescentes de seis a quatorze anos, ocorridos entre 2005 e 2009. Em sua maioria, elas chegam ao hospital levadas por mães ou responsáveis legais. Também são encaminhados, em menor número, casos vindos de conselhos tutelares e abrigos. “É gritante o fato de o pai ser o maior agressor. Ele é justamente quem deveria proteger”, afirma o psicólogo e coordenador da pesquisa, Antonio de Pádua Serafim.
            Para ajudar a denunciar esses crimes, há o DISQUE 100. Por ele, podem ser feitas denúncias de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes. O DISQUE 100 funciona diariamente, das 8 às 22h, inclusive nos finais de semana e feriados. Qualquer pessoa pode utilizar o serviço – adultos, crianças e adolescentes – e é garantido o anonimato.

http://www.carinhodeverdade.org.br/denuncie. Acesso em 24 de abr. 2017.



Gramas do meu quintal

            Certo dia havia um pai que teve uma linda filha, ahhh!! Mas que linda filha! O amor entre os dois era extremamente lindo. Sua filha o chamava de “meu herói”, pois tudo que pedia seu pai realizava. Onde viviam era cercado de matos e seu pai prevenia-se em mantê-los grandes, para que os vizinhos próximos de sua casa não olhassem sua bela filha.
            Seu pai costumava trabalhar de noite e voltar só no dia seguinte para brincar com sua filha. Então, ficava ela naquela casa imensa desprotegida sem nem um apego ou distração, porém sua imaginação era muito fértil, tornando o ambiente muito mais agradável.
            Com o passar do tempo, a garota foi crescendo e completou seus exatos 13 anos. Com a idade, começou a se descobrir e emetir curiosidades sobre seu corpo, obtendo desejos e prazeres. Até que, um dia, a garota disse ao seu pai: “Corte os matos do meu quintal! Já não os aguento mais! Ficar com eles me impregna e faz com que fique me coçando.” Respondeu o pai: “Os matos são para sua proteção. Você não sabe o que passa na cabeça de um homem. Vá para seu quarto agora!”
            Depois daquele dia, a menina não era mais a mesma, tinha mudado completamente seu jeito; ficou maliciosa, ousada, mas ainda não tinha perdido o afeto que tinha pelo pai. Desobedeceu a  suas ordens, cortado  todos os matos do seu quintal. Até que, um dia, seu pai a viu conversando com um vizinho que beirava no seu muro. Revoltado, ele gritou: “Filha, entre agora!!!” A menina não lhe deu ouvidos e continuou conversando com o vizinho. Ele a pegou pelos cabelos e a trouxe para casa. Chorando, a garota disse: “Você não pode me prender por toda a vida!” O pai retrucou: “Você é minha menininha e faço o que quiser com você!”
            A menina subiu decepcionada, não sabia o que fazer, então usou sua criatividade para confortá-la como costumara fazer. Seu pai, aflito e ao mesmo tempo amedrotado por perceber que estava perdendo sua menininha, chegou a surtar pela noite. Ele pensava seriamente em pôr sua filha em um colégio interno de freiras ou coisa do tipo, mas não queria perdê-la. No meio de tantos pensamentos, deu a hora do seu trabalho.
            A menina permaneceu em casa, trancou-se no escuro e ficou ali pensando, usando de sua criatividade para entretê-la quando alguém entrou no seu quintal. Ela chegou a ouvir passos entre cheiros até mesmo sensações, mas sentia dor e desgosto, por ter brigado com seu pai. Gritou ao vento: “Sinto saudades dos matos do meu quintal!”
            Na manhã seguinte, o pai e a filha não tinham mais tais brincadeiras. O laço que tinha entre eles não havia mais. Pareciam dois mudos em um velório. A filha tentava brincar com seu pai, mas já não era mais a mesma coisa. Seu pai não mais a proibira de nada  nem dava qualquer palpite sobre sua vida...
            Após três meses, a filha começou a sentir enjoos constantes, vomitava e tinha desejos. Só podia ser um sinal gravidez. Deseperada, a menina vairava em seu quarto, tentando achar jeito ou maneira de contar para seu pai o que estava sentindo. Não teve coragem. Sabia ela que ganharia um esporro imenso e provavelmente seu pai nunca mais iria olhar na sua cara. Chegou a pensar em tantas vezes que foi avisada para não cortar o bendito mato. Segurou e escondeu a barriga das melhores formas possíveis, para que seu pai não reparasse tal tragédia. Pensou em tirar, mas seria muito doloroso e muito perigoso. Chorava ela em voz baixa no seu quarto.
            Um dia, não teve mais como esconder. Chamou seu pai até a sala e peguntou: “Pai, você me ama?” Respondeu o pai: “Claro, minha filha. Não há coisa mais valiosa do que você para mim...” Disse a menina, chorando: “Tenho que te contar uma coisa.” Respondeu: “Diga, minha filha. O que houve?” Respondeu tristemente: “Estou grávida pai...” 
            O pai a levou até o sofá e disse: “Acalme-se, filha, não é o fim do mundo.” Após o térmíno do choro, ele colocou a mão em sua barriga e disse: “Estou em dúvidas, filha...” Respondeu ela: “Do que pai?”. “Só queria saber do que ele vai me chamar... de avó ou de pai...’’






FESTIVAL DE MATEMÁTICA

O que mais foi admirado no Festival de Matemática, ocorrido no Colégio Universitário Geraldo Reis,  foi a união entre as escolas para aprec...